Friday, December 17

Choices... Complicated

Sometimes I think about stop choosing. But accept anything less than what I really want would be unfair to myself. Actually, I just wanted 'the' somebody... but this one I chose haven't chosen me back, and problably the one he chose also didn't choose him, and so on...






I guess I'll have to keep choosing... What a vicious circle... :/

Thursday, December 16



because I know for sure that you're constantly in my mind.

Thursday, December 2



Blair: Im sorry, but I have to be Blair Waldorf before I can be Chuck Bass's girlfriend.

Chuck: I love you

Blair: I love you too.


(pause)


Blair: I don't expect you to wait.

Chuck:
If two people are meant to be together, eventually they will find their way back.

Blair:
Do u really believe that?

Chuck: I do.

Blair: So do I.


(Gossip Girl 4x09)

Tuesday, November 16

For No One

Your day breaks, your mind aches, you find that all her words of kindness linger on, when she no longer needs you.
She wakes up, she makes up. She takes her time and doesn't feel she has to hurry. She no longer needs you!
And in her eyes you see nothing. No sign of love behind the tears cried for no one. A love that should have lasted years.
You want her, you need her, and yet you don't believe her when she says her love is dead. You think she needs you!
And in her eyes you see nothing. No sign of love behind the tears cried for no one. A love that should have lasted years.
You stay home, she goes out. She says that long ago she knew someone, but now he's gone. She doesn't need him.
Your day breaks, your mind aches. There will be times when all the things she said will fill your head. You won't forget her!
And in her eyes you see nothing. No sign of love behind the tears cried for no one. A love that should have lasted years!

(The Beatles)

Wednesday, October 13

Sem título - Bloco de notas

E, de repente, tudo ficou cinza. De novo.

Hoje está um dia lindo, bem do jeito que eu gosto. Céu azul sem nuvens e aquele ventinho pra refrescar. Só que eu vejo tudo cinza. A sensação de vazio está de volta, junto com a agonia de não saber mais nada. Não consigo ver, muito menos prever o futuro, mesmo sabendo que ele está logo ali na minha frente.

É como acordar de um sonho bom e perceber que na vida real não é daquele jeito. E nem será. Porque nos sonhos tudo acontece de acordo com a minha vontade e sei que quando estou acordada não é assim. Mesmo. Então eu começo a aceitar, como sempre. Relembro tudo e chego à conclusões bizarras. Bizarras mesmo.

Uma dessas conclusões é a de que parece que nasci pra sofrer. Certas pessoas nascem com potencial pro sucesso em tudo. Eu não. O máximo que tenho é sorte, e muito raramente. Acredito que alguém quer testar o quanto posso ser forte e fica me testando. Eu sei, eu sei que é exagero. Mas também sei que é preciso passar por coisas ruins para crescer. Só que eu gostaria de saber o motivo dessas coisas ruim. E eu já pensei, pensei e pensei mais de um milhão de vezes e ainda não descobri o tal motivo...

E então vem a preguiça. Ter que passar por tudo de novo para poder ter a chance de recomeçar. E o medo aparece. Como que vou saber se realmente terei essa chance? Tá, eu sei que não saberei. Só que eu sou a pessoa mais ansiosa do mundo e tudo o que não está ao meu alcance e depende das vontades dos outros me preocupa e me tira o sono.

Falando em sono, e as olheiras? Resultado de noites mal dormidas, em que projeto na minha mente cenas impossíveis só pra tentar pegar no sono e não ficar mais remoendo o que já foi. E o que não foi. E o que poderia ter sido.

Sinto que estou paralisada. Vendo o mundo girar, a vida correr e o tempo passar com uma rapidez incrível. Me conformo em ficar no meu cantinho, assistindo a esperança que sempre morou dentro de mim ir embora (ela pode até ser a última a morrer, mas um dia ela morre). E cruzo os braços por não saber mais o que fazer.

E, de repente, tudo fica cinza. De novo. Eu queria mesmo era estar sonhando. Eu queria uma realidade diferente.

Tuesday, September 21

Thursday, September 2

Até quando?

Ela está lá todo dia. É daquelas que maquia bem, suas roupas são impecáveis e seu perfume é inesquecível – apesar de já terem dito que nunca a viram tão bonita quanto naquele sábado que ela passou o dia de pijama e com o cabelo preso. É inteligente, escreve como ninguém, trabalha, estuda, sai com as amigas e ainda arranja tempo para ir na manicure toda semana. Ela adora gastronomia contemporânea e medieval mas não dispensa uma miojo em noites preguiçosas ou um McDonalds depois da balada. Diz as frases certas e sorri quando gostaria de gritar. Adora crianças e cachorros, quer casar, ter filhos e já pensou em como seria usar seu sobrenome. Mas não se preocupe, ela sabe melhor do que ninguém o tempo de cada coisa.



Ela é daquele tipinho, sabe? Que gosta de dançar, gosta de beber, gosta de viver. Sabe quando parar mas não para até ELA desejar. Ela manda na sua própria vida mas deixa você escolher o cardápio do dia. Quando você diz que não gostou da roupa dela, ela lamenta e vai assim mesmo. Sua opinião, suas escolhas, seu jeito – não tente mudar. Sabe fazer lasanha, ponto-cruz e dengo. Alguns dias prefere champagne e música alta, outros prefere pizza e cobertor. Ela é uma surpresa, ela adora surpresas. É o tipo que diz preferir dar presentes do que receber, mas seu coração sempre se derrete com aquele laço vermelho na sacola da sua loja predileta. Adora jóias mas dá um imenso valor pra aquela flor que você fez com o guardanapo do restaurante ou aquela rosa que você comprou do tiozinho enquanto ela ia ao banheiro.

Todo mundo nota que ela é especial. Ele não nota, ele nunca notou. Ela sempre esteve lá. Mas até quando?

(http://verdadefeminina.wordpress.com/)

Tuesday, August 24

"I've done a lot of thinking lately...


...The thinking that only occurs when you're pressed between bedsheets and the clock is staring back at you in bright red 3am's and your mind is playing a constant loop of memories you'd rather forget.

Let's face it: My love life is pretty much a giant shit show. I've had my heart ripped out of my chest one too many times at the young age of 19. It's a mix of youthful idealism and hope and a desperate desire to believe in someone against all odds. It's the lure of breathing in a familiar smell while tucked in the arms of someone you've silently loved for years, even though better judgment says he'll hurt you again.

I know that life is not a romantic comedy, but I guess I've still kind of fallen into the idea that maybe sometimes things are meant to be. I've learned a few things though. I constantly see couples breaking up, talking shit and then getting back together - an ebb and flow that they come to accept as normal. I guess on a grand scale I'm guilty of this, but recent events have taught me a very important lesson: the person who is really great for you, the person who brings out the best in you, your partner in crime? That person is not going to second guess your relationship until it's lost all meaning. That person is not going to rip your heart out of your chest even one time, and he certainly won't do it twice. And that person shouldn't make you an option, because in love you deserve to be a priority.

I might still fall silent when I stumble across old pictures. I might stay up until early morning hours to avoid thinking myself to death while trying to fall asleep. And, yeah, I might still ache to hear a confession of remorse.

But I'm not going to waste my time on someone who isn't great for me. Settling for familiarity is bullshit. As hard as it is, I'm going to move on. One day, I'll find someone capable of keeping my heart safe when I hand over the key and say, "Hey, don't fuck this up."

Always,
Jessie"

(Le Love)

Sunday, August 15

O acaso do acaso

Ele acordou no horário. Às 7 da manhã seu despertador tocou, como sempre, e ele acordou. Pensou no enorme sentimento de solidão em que se encontrava. Aquilo realmente o incomodava todas as manhãs. Mas também pensou que não adiantava ficar pensando naquilo, e iniciou sua rotina matinal: Lavou o rosto, escovou os dentes, enfim, fez todas essas coisas que todos fazem pela manhã. Tomou café-da-manhã com café, um sanduíche e uma fatia de bolo. Depois tomou um banho e se arrumou. Finalmente estava pronto para a aula.
Seu professor do primeiro período era um chato, irritado como se não tivesse mulher. Por isso, para não se atrasar nem um minuto e entrar na aula as oito em ponto, ele tinha calculado o tempo exato que demorava para se arrumar e comer, além do percurso de ônibus da parada principal, que era perto de sua casa, até a parada final, obviamente onde era sua aula.
Era rotina. Como previsto, às 7h20 ele entrou no ônibus. Isso também era rotina. Pegando esse ônibus ele corria menos riscos de se atrasar, além de poder viajar sentado. Sentou na frente, em um banco dos idosos. E passou a pensar, novamente, no enorme sentimento de solidão em que se encontrava. Apesar de o ônibus estar lotado. Rotina.
Agora eram 7h35. O ônibus parava em outra parada qualquer e aquela que seria a mulher da sua vida se aproximava.
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Ela acordou atrasada, como sempre. Às 7h20, deu um pulo da cama, pois seu relógio biológico sabia que algo estava errado. Ficou com de si mesma, pois mais uma vez desligou o despertador ao invés de ativar a função soneca.
Mal jogou uma água no rosto, mal escovou os dentes, mal fez todas as coisas que todos fazem pela manhã. Foi para a cozinha tomar um rápido copo de leite com chocolate. Enquanto tomava o leite, pensou no enorme sentimento de solidão em que se encontrava. Aquilo realmente a incomodava todas as manhãs, mesmo quando estava atrasada. Então saiu correndo para pegar o primeiro ônibus que fosse em direção à faculdade.
Normalmente ela entraria no ônibus que passa ao lado de sua casa, às 7h20. Normalmente ela não tinha tanta pressa. Normalmente ela não saia correndo eufórica atrás do primeiro ônibus que passasse, mas dessa vez ela tinha prova e não poderia se atrasar. Chegou na parada 7h30 e perdeu o ônibus que passava. Já que tinha que esperar pelo próximo, andou até outra parada, pensando, novamente, no enorme sentimento de solidão em que se encontrava.
Agora eram 7h35. A porta do ônibus abriu-se à sua frente e ela se aproximava daquele que seria o homem da sua vida.
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E se ela não tivesse desligado o despertador?
E se ela não tivesse prova?
E se ela não tivesse perdido o ônibus das 7h30?
E se ela não tivesse caminhado até a outra parada?
E se o professor dele não fosse chato em relação aos atrasos dos alunos?
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Só havia um único banco vazio em todo o ônibus. Era vermelho e não havia nenhum idoso. Faltou pouco, muito pouco para ela sentar lá. Ele até encolheu suas pernas ao notar alguém se aproximando, mas a cidadania dela falou mais alto e ela desistiu. Deu um sorrisinho de agradecimento ao menino que recolheu as pernas e parou na direção contrária. Ficou em pé, perto da roleta, pois desceria antes do ponto final.
Ele tentou retribuir o sorriso, mas ela já estava de costas. Desistiu e voltou a esticar as pernas. Ela foi pro fundo do ônibus. Ele cochilou.
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Ainda bem que, por um acaso, o professor dele descobriu que sua mulher dormia com seu amigo e teve um treco.
Ainda bem que, por um acaso, sobrou para ele levar o professor no ambulatório da faculdade.
Ainda bem que, por um acaso, esse ambulatório era do lado da sala de aula dela.
Ainda bem que, por um acaso, o professor dela se atrasou.
Ainda bem que, por um acaso, ela ficou na frente da sala estudando para a prova.
Ainda bem que, por um acaso, eles se olharam e se reconheceram.

Friday, July 30

Buscando sentido

Está frio. Talvez o tempo não esteja tão frio quanto o frio que eu estou sentindo. Mas está frio. Aqui é gelado. Tem um edredon e três cobertores sobre meu corpo, mas tudo que eu sinto é o vento gelado que passa na direção do meu rosto. Sempre durmo sentindo o gelado no rosto. Sempre.

Tudo é sempre igual por aqui. As conversas se repetem, os sons se repetem, os cheiros se repetem, as ações se repetem, as pessoas se repetem, os sentimentos se repetem. As cores, as coisas, a comida, os livros, as ideias. Tudo é sempre severamente igual. O mesmo marasmo da vida de todo dia.

Estranho pensar que tudo isso que sempre pareceu certo, natural, de repente não faz mais o menor sentido. É como se alguém batesse na porta, pegasse o roteiro antigo e entregasse outro. Seguirei outro roteiro agora. Procurarei o quente. Até não fazer mais sentido.

Ou talvez eu jogue o roteiro fora. E procure algo diferente. Algo que não faça sentido nenhum. Nunca.